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VITÓRIA 87FM

Família de bebê com hérnia inguinal diz que aguarda consulta e cirurgia há 7 meses, em Goiânia....

13 OUT 2020
13 de Outubro de 2020
Mãe relata que a hérnia na região genital cresce a cada dia e provoca dores na criança quando ela brinca e evacua: 'Dói ver ele chorando'. Saúde informa que ele está na lista de espera para o procedimento.A mãe do bebê Benjamin Silva Vitalino, de 1 ano e 4 meses, relata que espera há sete meses por uma consulta na rede pública municipal de saúde, em Goiânia, com um cirurgião pediátrico para avaliar e retirar, por meio de cirurgia, uma hérnia inguinal que cresce a cada dia no órgão genital do filho. Ana Caroliny Vitalino diz que o caroço já cresceu muito nos últimos meses e que sofre ao ver a criança sentindo dores.

A Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia informou, por meio de nota, na segunda-feira (12), que, conforme relatado pela Central de Regulação "o paciente já foi avaliado e será agendada a cirurgia conforme cronologia e oferta de vagas". Questionada sobre o tempo de espera pela consulta, a pasta comentou que "vai de acordo com a disponibilidade e oferta de vagas" e que "foi feita uma avaliação médica e o mesmo aprovou para ser feita a cirurgia".

A hérnia surgiu no corpo da criança em março deste ano. Desde então, a mãe peregrina pelas redes pública municipal e estadual para conseguir a cirurgia para o filho. Quando faz contato com o posto de saúde onde solicitou o procedimento, ela relata escutar apenas desculpas que protelam o tratamento: "[Dizem que] essas coisas não estão saindo assim por causa da pandemia. É demorado porque não é de urgência", desabafa.


Segundo a mãe, médicos do Hospital Materno Infantil (HMI), da rede estadual, disseram que fariam a cirurgia só se a hérnia "prendesse e estourasse". Porém, ela acredita que "ele não aguentaria essa dor".

"Levei ao Cais de Campinas. Chegando lá, eles disseram que precisava de cirurgia e encaminharam para o Hospital Materno Infantil. Chegando no Materno, eles falaram que precisava mesmo, mas teria que ser na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), porque não era de emergência", conta a mãe da criança.

O G1 também procurou a Secretaria Estadual de Saúde (SES) na segunda-feira, por e-mail, para obter respostas sobre a demanda e aguarda retorno da pasta.

Hérnia do tamanho de uma "laranja"
A hérnia surgiu como um pequeno caroço ainda em março. À época, a mãe procurou atendimento médico no Centro de Atenção Integrada de Saúde (Cais) do Bairro Campinas, mas ouviu de um médico que o caroço poderia reduzir e até sumir com o tempo e que um procedimento cirúrgico não era emergencial no momento.

Mas o caroço só cresceu com o tempo. Ana Caroliny voltou ao posto de saúde, onde conseguiu um encaminhamento para o HMI. Foi feito um ultrassom na genitália da criança, que revelou a hérnia inguinal esquerda redutível.


"Quando isso começou, a hérnia era do tamanho do limão galego. Hoje ela está do tamanho de uma laranja. Quando ele se esforça ou faz algum tipo de exercício, a hérnia fica muito roxa. Antes ele não sentia dor, agora reclama até quando evacua. Doí ver ele chorando", desabafa a mãe.

Paralelamente, a família está fazendo uma rifa solidária para tentar arrecadar valores que possam adiantar o procedimento cirúrgico na rede particular de saúde.
Por Rafael Oliveira, G1 GO


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