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VITÓRIA 87FM

Médico é indiciado por agressão contra transexual durante programa em motel de Aparecida de Goiânia, diz delegado..

28 JUL 2020
28 de Julho de 2020
Solto por um habeas corpus três dias depois de ser preso, ele vai responder o processo em liberdade. A transexual teve o nariz quebrado, um corte no supercílio e outros machucados no rosto.O médico de 39 anos suspeito de agredir uma transexual durante um programa em um motel de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, foi indiciado à Justiça por lesão corporal grave, segundo o delegado que investigou o caso, Henrique Berocan.

Solto por um habeas corpus concedido pelo desembargador Ivo Favaro, três dias depois de ser preso, no último dia 14, o médico vai responder o processo em liberdade. O nome dele não foi divulgado pela Polícia Civil. Portanto, o G1 não localizou a defesa para se manifestar sobre o caso.

"Ele foi indiciado pela Polícia Civil por lesão corporal grave na semana passada e o caso agora está com a Justiça de Goiás", declarou o delegado Henrique Berocan.

O cliente ficou agressivo após a transexual, de 24 anos, recusar um fetiche que excedia o combinado antes do programa e interromper o atendimento, segundo a Polícia Civil. Ela teve o nariz quebrado, um corte no supercílio e outros machucados no rosto.

Segundo Berocan, o médico tem passagens pela polícia por ameaça, lesão corporal, injúria e pela Lei Maria da Penha, a maioria registrada em 2015. A vítima também possui passagem.

No momento da prisão, o médico tentou chutar a transexual na porta do motel quando ela tentava filmar o rosto dele (veja abaixo).

Fetiche recusado seria motivo da agressão
O investigador relata que o cliente ficou agressivo após a transexual, de 24 anos, recusar um pedido que excedia o combinado antes do programa. Ela decidiu interromper o atendimento, o que deixou o homem irritado.

"Eles estavam em ato sexual e o médico pediu algo que a vítima não concordou. Então ele deu um golpe de mata-leão nela, quebrou alguns mobiliários do quarto do motel. A vítima conseguiu correr seminua até a portaria para pedir socorro, foi quando a Polícia Militar prestou apoio", esclareceu o delegado.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima diz que vestia a roupa para ir embora, o médico a empurrou contra a parede do quarto alegando que estava sendo filmado. O documento relata que o homem quebrou uma televisão e a porta da suíte.
Por Rafael Oliveira, G1 GO



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