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VITÓRIA 87FM

Associação calcula que em 10 dias não haverá leitos de UTI em hospitais privados de Goiás para pacientes com Covid-19...

21 MAI 2020
21 de Maio de 2020
Presidente da Ahpaceg, que representa hospitais de alta complexidade, manifestou preocupação com uma escalada de internações por coronavírus caso os números continuem aumentando. Atualmente, os hospitais associados possuem 500 leitos de UTI.O presidente da Associação dos Hospitais de Alta Complexidade de Goiás (Ahpaceg), Haikal Helou, manifestou a preocupação de uma súbita ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nos hospitais associados nos próximos 10 dias. O médico explicou que essa escalada pode se tornar realidade se o aumento de casos confirmados de coronavírus em Goiás continuar no ritmo mostrado nas últimas semanas.

Helou falou durante live transmitida nesta quinta-feira (21), em Goiânia, que a população pouco respeita os cuidados básicos de higiene e avalia que apenas o uso de máscara protege contra a contaminação, o que, segundo o médico, não é uma medida completamente efetiva.

"As pessoas precisam ter comportamento responsável. Não é porque tem leito disponível que pode se comportar de forma irresponsável. Se as pessoas não respeitarem as regras de higiene, vamos ter outra conversa daqui a 10 dias. Do jeito que está indo, vai lotar", avalia Helou.
O presidente da Ahpaceg informou que 5% dos pacientes com Covid-19 no mundo precisaram de tratamento em leito especial, e se essa mesma porcentagem precisar de UTIs, apenas na Região Metropolitana de Goiânia, que abriga cerca de 3 milhões de habitantes, já ocuparia a capacidade total de atendimento nos hospitais associados.

Helou diz que a literatura médica mundial mostra que 80% das pessoas contaminadas apresentam poucos sintomas da doença; destes, de 15% a 20% procuram algum hospital e 5% dos que procuram precisam de tratamento na UTI. Metade dos pacientes internados em leito especial, ou seja, 2,5% morrem dentro da unidade especial.

Segundo o presidente da associação, os hospitais associados possuem 500 leitos de UTI, na soma total, sendo 100 destinados aos pacientes com Covid-19 e suspeita de contaminação. Haikal Helou comunicou que os hospitais passaram atender cerca de 20 pacientes por dia, enquanto a média era de de três a cinco, antes de os casos confirmados dispararem nos boletins oficiais da Saúde estadual.

Destes 100 leitos dedicados para a doença, cerca de 20% estão ocupados. "A gente pode ir de vazio a lotado muito rápido. O que mata é a falta de assistência médica. Por isso é importante que se tomem os cuidados necessários, porque morrem jovens e idosos por causa de complicações do vírus", explicou Helou.


Por Rafael Oliveira, G1 GO                                                                                                                                                                                                         Rádio Vitória#radiovitoriafm #radioemaparecida #radiogoiania #radionotiacias#radiodeaparecidadegoiania
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