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VITÓRIA 87FM

      Jovem com leucemia e doença pulmonar pede ajuda para encontrar doador de medula

19 MAI 2020
19 de Maio de 2020
Morador de Goiânia, rapaz luta contra a doença há seis anos, já passou por dois transplantes e várias sessões de quimioterapia. Mãe afirma que nada o desanima: 'Luta para viver'.Aos 19 anos, Amaral Rodrigues Lacerda luta para encontrar um doador de medula compatível para se curar de uma leucemia. Mãe do jovem, Magda Rosa de Lacerda conta que ele enfrenta a doença há seis anos e possui uma doença pulmonar. Ela afirma que, apesar das dificuldades, o filho nunca perdeu a esperança.

“Ele luta para viver. Ele obedece certinho os médicos. Eu falo para ele que nós temos o dia certo de descer e o dia certo para subir. É difícil ver ele em depressão, tristeza, você não vê”, conta a mãe.
Quem quiser ser doador de medula deve procurar o Hemocentro para se cadastrar. Em Goiânia, a unidade fica na Avenida Anhanguera, no Setor Coimbra.

Luta contra a doença
Foram várias as tentativas com quimioterapia, mas, segundo a mãe do jovem, o organismo dele não respondeu a nenhuma. “Dia 14 de abril de 2014 que ele fez a primeira quimioterapia. Ele fez a brasileira, não deu certo. Depois ele fez a alemã, não deu certo. Aí ele fez a quimioterapia inglesa e também não deu certo”.

Em meio as tentativas que, conforme relato da mãe, eram muito sofridas, o Amaral encontrou dois doadores de medula óssea compatíveis. Infelizmente, nenhum dos transplantes feitos nos anos de 2016 e 2019 tiveram resultados positivos. Muito debilitado, há 3 anos, além da leucemia, o jovem foi diagnosticado com um fungo chamado Aspergilose Broncopulmonar Alérgica no pulmão.

A mãe conta que foi orientada pelos médicos que acompanham o Amaral a deixar a casa onde morava para morar em um apartamento. Pois o fungo pode piorar em contato com meio ambiente.

“O doutor disse que se não mudasse para o segundo andar para cima. Eu perderia o Amaral”, conta a mãe.

Por conta disso, a mãe teve que deixar a casa própria para morar de aluguel que custa R$ 1,7 mil. Ela conta também que os medicamentos são caros e que, apesar de conseguir alguns na Central de Medicamentos de Alto Custo Juarez Barbosa, as dificuldades são muitas.

“Pesou um pouco porque as medicações só estão aumentando. As complicações de saúde também estão aumentando. Cada vez que vai ao médico mudam as medicações que são se alto custo” relata a mãe.
Ela conta que os custos vão além de medicamentos e aluguel. Ele também segue uma alimentação restrita para evitar diarreia. “Ele come muita coisa diferente. Não pode lactose. A comida é especial e tudo mais caro”.
Por Guilherme Rodrigues, TV Anhanguera                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   Rádio Vitória#radiovitoriafm #radioemaparecida #radiogoiania #radionotiacias#radiodeaparecidadegoiania
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