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VITÓRIA 87FM

Suspeito é morto pouco tempo depois de ex-namorada ser assassinada a tiros, em Trindade.....

13 MAR 2018
13 de Março de 2018
Segundo Polícia Civil, vítima conversou com ex e foi baleada em seguida. Colega que teria ajudado no crime foi preso.auxiliar administrativo Yone Gloria da Cunha Novais, 22 anos, foi morta a tiros perto da empresa onde trabalhava, em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia. Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu no início da tarde desta terça-feira (13). Ex-namorado da vítima, Marcos Alexandre Morais de Assis, de 31 anos, que foi morto pouco depois, é o principal suspeito do crime. Um colega dele que teria participado do crime também foi preso.

“O ex-namorado chegou, eles conversaram um pouco, depois ele atirou contra ela e fugiu. Ele foi morto na Vila Socorro, indo para Abadia de Goiás. O comparsa dele foi preso e vamos interrogá-lo para entender o que ocorreu”, explicou o delegado responsável pelo caso, Vicente Gravina. A Polícia Civil informou que o crime é investigado como feminicídio.Apesar de quedas em demais crimes, número de feminicídios quase dobra em Goiás
O Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia buscou o corpo da vítima no local por volta de 16h. Já o corpo de Alexandre foi levado para o IML de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Segundo o órgão, ele foi morto a tiros na zona rural de Abadia de Goiás.Irmã de Yone, Patrícia Raiane da Cunha Novaes, de 26 anos, disse não ter dúvida sobre a autoria do crime, pois uma colega de trabalho viu o ex-namorado da vítima no local do crime.Segundo a jovem, a Yone namorava há três meses e tinha um relacionamento conturbado. Por isso, terminou o namoro no último domingo (11). "O namoro durou três meses, mas com muita turbulência, ele era ciumento, extremamente possessivo", explicou.

De acordo com uma parente, que não quis se identificar, ele a ameaçou na segunda-feira (12). "Ele mandou uma mensagem dizendo que, se ela não fosse dele, não seria de mais ninguém", contou.

Yone trabalhava na empresa Magnificat, de linhas telefônicas empresariais. Segundo o gerente de Recursos Humanos da companhia, Flávio Ferreira, nenhum funcionário presenciou o crime, mas todos estão consternados.

"Eu me deparei com o corpo dela caído. Todos estão abalados. Vamos providenciar todo o amparo psicológico para a equipe. Ainda não sei quando retornaremos ao trabalho", lamentou......
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