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VITÓRIA 87FM

menino também foi levada para a delegacia para prestar depoimento. Ela e o marido estão juntos há dois anos e têm um filho de seis meses......

08 FEV 2018
08 de Fevereiro de 2018
O Conselho Tutelar informou que levará o menino agredido para um abrigo. "A gente pode fazer o abrigamento como medida protetiva até que seja averiguada a situação da família", explicou a conselheira Roseli Monteiro de Sá Galhardo.A delegada também defende que o menino vá para um abrigo. Para ela, se a criança voltar para casa, ela corre risco de morrer.

"Os relatos demonstram que o ambiente não é saudável. A criança pode vir a sofrer nova agressão que pode resultar na morte até mesmo por ter denunciado a agressão", defende a delegada.
Denúncia
Coordenadora da Escola Municipal Benedita Luisa da Silva, uma servidora que prefere não se identificar contou que a criança chegou chorando à unidade nesta manhã.

"Hoje ele chegou apavorado, grudou nas pernas da professora e chorou copiosamente. A gente perguntava, mas ele não falava nada", De acordo com os professores, após a conselheira conversar com os pais do aluno, a criança faltou a aula por dois dias. Quando retornou, segundo a coordenadora, o menino estava alegre. No entanto, no dia seguinte, ele já apresentou um comportamento diferente.

"Acreditamos que eles voltaram a bater no menino, mas, por ordem deles, ele não falava nada. Ele só ficava de cabeça baixa, olhos fechados", relatou a servidora.

Os funcionários da escola e a conselheira tutelar acreditam que as agressões acontecem há muito tempo.

"Ele é um menino muito triste, ressabiado, introvertido, sempre fica de cabeça baixa. É uma postura diferente de outras crianças dessa idade. Ele sofre há muito tempo", avalia a coordenadora.
A delegada ressaltou que a vítima não é de muitas palavras. Mesmo assim, uma psicóloga vai tentar colher o depoimento da criança. Se ficar comprovado que a mãe também agride ou consente com as agressões, ela também poderá ser indiciada por maus tratos.detalhou.
Os profissionais resolveram olhar o corpo do aluno e encontraram hematomas na cabeça do estudante. "Tinham policiais militares na escola para uma palestra, e eles resolveram intervir", disse a servidora.

Histórico de agressões
Funcionários da escola contaram que no terceiro dia de aula da Educação Infantil, em 24 de janeiro, eles perceberam que o menino estava chorando e questionaram o motivo. O aluno contou que a mãe havia apertado o pescoço dele. Ao olhar o restante do corpo, os profissionais notaram vários hematomas e notificaram o Conselho Tutelar.

A conselheira conta que conseguiu localizar a mãe e o marido dela três dias depois. Na ocasião, o padrasto negou as agressões. Já a mulher revelou que batia, às vezes, para corrigi-lo. Na época, a criança não passou por exame de delito porque os hematomas não eram recentes........
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