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VITÓRIA 87FM

Parentes de agente prisional morto a tiros em Anápolis fazem manifestação pedindo 'justiça'...

11 JAN 2018
11 de Janeiro de 2018
Escreva aqui seu postAlém dele, outro servidor do sistema prisional da cidade também foi assassinado enquanto chegava em casa. Polícia Civil criou força tarefa para investigar o caso.
fInvestigações
O agente foi morto no último dia 2 de janeiro. O vídeo que mostra o crime flagrou os autores chegando de carro até a vítima e descendo do veículo atirando contra ele várias vezes.

Monteiro era supervisor de segurança da Unidade Prisional de Anápolis, mas foi afastado do cargo após ser preso em novembro durante a segunda fase da Operação Regalia, realizada pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO). Segundo os promotores, ele e outros servidores recebiam propina em troca de regalias aos detentos. Em dezembro, a vítima conseguiu a liberdade provisória.

Outro agente morto a tiros em Anápolis foi Eduardo Barbosa dos Santos, de 34 anos. Segundo as apurações, ele estava chegando em casa depois de um plantão no presídio de Anápolis quando foi surpreendido pelos autores. A vítima foi morta com cerca de 20 tiros.amiliares e amigos do agente prisional Ednalto Monteiro, morto a tiros, pedem que as investigações avancem e os responsáveis pelo homicídio sejam punidos. Eles se reuniram em um ato para pedir por justiça, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. O crime foi gravado por câmeras de segurança (assista acima). No mesmo dia, outro servidor do sistema prisional também foi morto com cerca de 20 tiros enquanto chegava em casa.

Por meio de nota, a Polícia Civil informou que criou uma força-tarefa, com sete delegados e 30 agentes, para investigar as mortes dos agentes. No entanto, não podem repassar informações sobre o andamento do caso.

Irmão da vítima, Eliton Monteiro relatou que o ato, realizado na quarta-feira (10), também teve por objetivo chamar a atenção da comunidade para o caso. “Nós planejamentos fazer essa manifestação pacífica cobrando as autoridades para a população também que tem direitos e para correr atrás, para todo mundo correr atrás”, detalhou em entrevista à TV Anhanguera.

Já o gerente de produção Fábio Pereira, que conhecia a vítima, disse que pretende cobrar respostas pela morte do amigo e que não quer deixar o crime passar impune. Ele destacou que faz questão de obter respostas sobre o caso.

“A gente quer justiça. Vamos buscar isso hoje nessa caminhada. Ver se alguém fala algo para nós, porque, até agora, ninguém falou nada ainda”, reclamou.



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